A tecnologia desde que "nasceu" até ao presente tem vindo a evoluir cada vez mais, cada vez mais computadores mais potentes são criados cada vez as seguranças de sites ou de telemóveis são mais seguras, cada vez há mais rapidez na criação de objetos falsificados em relação aos verdadeiros, cada vez há mais maneiras de comunicação, de transporte, etc.
Cada vez há mais alguma coisa.
O Homem está a ficar cada vez mais inteligente em relação a tecnologias, o que é certamente uma coisa positiva pois ajuda ao mesmo a perceber o que se passa á sua volta, o que faz um computador/telemóvel funcionar, o que faz um carro andar, etc.
A conclusão a que chego é que o homem fica mais intelectual mas ao mesmo tempo mais "burro" em relação a coisas básicas, fica "atado", o que não é nada bom.
RZA
quarta-feira, 15 de abril de 2015
segunda-feira, 13 de abril de 2015
«As ciências progridem, como as técnicas, aniquilando o
velho, antiquado e obsoleto; para elas, o passado é um cemitério, um mundo [de
objetos] morto[s] e superado[s] pelas novas descobertas e invenções.»
Llosa, Vargas (2012). A
civilização do espetáculo, p.68.
Lisboa: Quetzal.
Dia após dia as ciências evoluem, e
nas últimas décadas tem sido possível verificar uma evolução imensa, desde os
pequenos objetos que para pouco serviam até as máquinas multifunções da
atualidade.
Todos os dias surge um modelo mais atualizado, fazendo com que o antigo caia em desuso e se perca no esquecimento para um dia ser apenas lembrado como um objeto morto, da ‘’idade da pedra’’. No entanto se não fosse graças às primeiras invenções, agora vistas como antiguidades, as inovações não seriam possíveis, não haveria nada de onde evoluir. Um bom exemplo desse acontecimento é a evolução do avião e das técnicas de voo, desenvolvidas desde os esboços de Leonardo Da Vince com o planador (embora nunca tenham resultado), até aos mais diversos modelos com diferentes capacidades de passageiros e velocidade dos dias de hoje do avião
Por outro lado, todas as invenções que agora estão esquecidas foram consideradas um dia como as melhores e espetaculares inovações. Como é o exemplo do telemóvel que inicialmente era bastante largo e volumoso e que apenas servia para fazer chamadas, nos dias de hoje são muito mais pequenos e têm as mais diversas funções.
Todas as invenções e técnicas faram
um dia parte do cemitério das ciências, pois estas nunca pararam de evoluir e a
única maneira de continuarem vivas (invenções e técnicas) é evoluindo com ela.
Jára
sexta-feira, 10 de abril de 2015
«As ciências progridem,
como as técnicas, aniquilando o velho, antiquado e obsoleto. Para elas, o
passado é um cemitério, um mundo [de objetos] morto[s] e superado[s] pelas
novas descobertas e invenções.»
Llosa, Vargas (2012). A civilização do espetáculo,
p.68. Lisboa: Quetzal.
Diz-se que o
mundo está em constante mudança, mesmo que seja difícil observá-lo. Todos
instrumentos que são usados hoje em dia, dos mais simples aos mais complexos,
são na verdade derivações de modelos e ideias anteriores que agora se tornaram
possíveis de executar.
Um bom exemplo
disso, é a música e todas as diferentes formas de a ouvir. Isto é, houve discos
de vinil, cassetes, CDs e agora
consegue-se ter-lhe acesso por forma digital. Independentemente dos objetos
usados, o propósito é sempre mesmo, ouvir música. O mesmo se passa com, por
exemplo, o televisor. O televisor já emitiu apenas a preto e branco, já foi
muito largo e pesado, já teve uma antena de metal a ele ligada e agora é fino e
leve, e há até quem já não o use e o substitua por computadores.
Tal como estes
dois exemplos há muitos mais que ocorrem no dia-a-dia de cada uma das pessoas, sem
que as mesmas se apercebam, ou se o fazem, não pensam muito neles. Tal como
existe “um mundo [de objetos] morto[s] e
superado[s]”, existe um outro de objetos vivos ou a nascerem e ainda por
superar, de coisas por descobrir e de invenções ainda por inventar.
Violeta
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Houve muitas evoluções na tecnologia, desde experiências
pequenas, até grandes projetos. Esta evolução foi “obrigatória” para a sobrevivência
e necessidades da raça humana e quantas mais necessidades tivermos mais
precisamos de aprimorar.
O homem criou vários meios de comunicação, locomoção, etc.
para facilitar a vida das pessoas como as redes sociais, que foram criadas para
comunicar com pessoas à distância, ou a criação da roda, que permitiu um maior
transporte de pessoas ou objetos e foi uma das melhores invenções criadas pelo
homem. O “progresso” foi aumentando conforme eram estudadas as situações do
quotidiano. O estudo da ciência e mecânica é muito importante para a nossa
vida, pois ajuda-nos a perceber o mundo à nossa volta e a torna-lo um lugar
melhor.
Pinguinzão Ninja
Cão
como nós
Cão como nós é um livro, que
retrata uma história comovente e nostálgica do autor Manuel Alegre
que transparece o afeto que sentimos com os animais.
No inicio deste livro podemos
ver que o autor parece não demonstrar quaisquer sentimentos para
com o seu cão Kurika, mas com o passar dos tempos podemos observar
que ele vai ganhando alguma afetividade , no entanto quando o cão
acaba por falecer é nessa altura que ele começa a estranhar a
ausência do seu cão e começa a recordar que o seu melhor amigo
era realmente o cão e começa a lamentar-se com o fato de não ter dado a atenção necessário ao cão.
O autor , neste livro também
consegue comprovar ainda que nós só damos valor ás coisas quando
perdemos.
(Este texto devia ter sido postado ontem)
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Um futuro, dizem eles
Com o decorrer dos anos, o mundo foi mudando de acordo com as nossas necessidades e padrões de vida. A vida é cada vez mais facilitada pelos meios de comunicação, como as redes sociais, que podem ser o facebook, mySpace, Witter, Skype e até mesmo o Instagram. Estes meios substituíram o chamado "velho", introduzindo novas maneiras inovadoras, para facilitar a comunicação à distância ou então pelo próprio prazer de falar com quem queremos.
O lado negativo destas inovações é o esquecimento do que foi uma invenção fantástica do chamado "passado". Atualmente, muitos jovens do século XXI não sabem o que são telégrafos elétricos, ou nunca viram os telefones antigos, e ainda o menos comum - o código Morse. Em tempos, estes foram os revolucionários meios de comunicação, que não estavam disponíveis a qualquer pessoa, devido ao seu preço elevado. Mas foi o esquecimento que criou a história. Não se pode dizer que o esquecimento é bom, mas fez com que se melhorasse este bem precioso.
Albert Einstein afirmou que o pensamento lógico pode levar uma pessoa de A a B, mas a imaginação leva-a qualquer parte do Universo, ou seja, mesmo que a lógica pareça ser a mais correta, por vezes, passa a ser uma barreira ao nosso próprio pensamento e ainda que novas ideias sejam consideradas "loucas" aos olhos dos outros, temos de ignorar e pôr em prática o que acreditamos. A maior parte dos inventores eram chamados "loucos" e, no entanto, foram os que mais fizeram pela espécie humana.
O lado negativo destas inovações é o esquecimento do que foi uma invenção fantástica do chamado "passado". Atualmente, muitos jovens do século XXI não sabem o que são telégrafos elétricos, ou nunca viram os telefones antigos, e ainda o menos comum - o código Morse. Em tempos, estes foram os revolucionários meios de comunicação, que não estavam disponíveis a qualquer pessoa, devido ao seu preço elevado. Mas foi o esquecimento que criou a história. Não se pode dizer que o esquecimento é bom, mas fez com que se melhorasse este bem precioso.
Albert Einstein afirmou que o pensamento lógico pode levar uma pessoa de A a B, mas a imaginação leva-a qualquer parte do Universo, ou seja, mesmo que a lógica pareça ser a mais correta, por vezes, passa a ser uma barreira ao nosso próprio pensamento e ainda que novas ideias sejam consideradas "loucas" aos olhos dos outros, temos de ignorar e pôr em prática o que acreditamos. A maior parte dos inventores eram chamados "loucos" e, no entanto, foram os que mais fizeram pela espécie humana.
Diamante de Sangue
Uma grande atuação de Leonardo DiCaprio, um inesperado anti-herói, um contrabandista de diamantes que sabe de todo o esquema criminoso por de trás de todo o vasto comércio e finge não se importar. Mas no decorrer do filme descobrimos que existem outros sentimentos e fatos na sua vida que de certa forma justificam esse comportamento. E o personagem que acaba por ser seu parceiro, no início por interesse, foi o Solomon, que faz parte de seu processo de redenção. Uma das melhores mensagens que o filme trás é quando um habitante de uma vila menciona em diálogo: "Ainda bem que não temos petróleo. Aí sim teríamos problemas..." Uma crítica direta aos grandes países capitalistas. Claro que foi colocado uma história familiar para emocionar e isso serviu para humanizar mais o filme e não ficar somente na crítica política.
DiCaprio e Hounsou foram nomeados para o Óscar de Melhor Ator e Óscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Luar
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