segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Autobiografia


Então cumprimentos, sou chamado de RZA, psicologicamente sou uma pessoa pacificamente pacífica, demasiado introvertida, tímida, mas feliz. Fisicamente considero-me relativamente alto, por vezes trapalhão relativamente a imensas coisas e como de costume, cabelo rapado.
O que mais gosto de fazer é de andar de skate, faz-me bem, já é uma coisa necessária não no meu dia-a-dia mas pelo menos semanal. O skate é como se fosse o meu único escape, é a minha melhor forma de expressão, é o meu skate, e nada mais. Com ele sinto-me muito mais confortável e confiante no “mundo”, e apesar do que o meu futuro irá ser, eu não vou parar de andar porque já é um hábito demasiado difícil de retirar da minha vida.
Também sou um grande apreciador de boa música, normalmente, o que eu gosto, é raro encontrar alguém que também goste. Estou a falar da música vinda dos bairros, mais propriamente, dos “ghetto’s” assim chamados, dos 90’s, vinda de Brooklyn, de Queensbridge, de Bronx, de Staten Island, de Compton, de Long Beach, de Detroit, etc. Esse tipo de música, old school hip-hop underground.
Esses são os meus dois e provavelmente únicos hobbies preferidos.
Também gosto muito de teorias da conspiração, de basicamente todas!
Assim me retiro, até ao próximo mês.



RZA

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Nasci no dia 31 de Outubro de 1999 na maternidade Alfredo da Costa em Lisboa, S. Sebastião da Pedreira pelas 3:00 da manhã. Frequentei uma creche desde os 4 meses até aos 5 anos onde tínhamos actividades e festas. Entrei no ensino primário em 2005 e estava muito nervoso nesse dia, mas entretanto fui habituando-me ao ritmo da escola. Em 2009 passei para o ensino secundário e já era uma pedalada diferente pois começava a ter mais disciplinas e dificuldades. Aos 11 anos entrei no 3º ciclo onde tive que mudar alguns hábitos e mentalizar-me no meu futuro. Agora encontro-me no 10º ano com mais responsabilidades e objectivos.


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015



      Nasci, no dia 28 de Março de 1998 , pelas 02:20 da manhã no hospital Amadora-Sintra. Segundo a minha mãe eu era uma bebé muito gordinha e gostava muito de dormir.
     Os primeiros tempos da minha infância foram muito felizes. Quando tinha cerca de 6 anos iniciei o meu percurso escolar estava muito ansiosa até chegar o dia, mas quando chegou o dia comecei a chorar, pois não estava habituada afinal de contas, era um novo período da minha vida.
   Finalmente com 10 anos iniciei outro ciclo da minha vida, entrei para a escola preparatória nessa altura eu já estava com uma mentalidade diferente pois já sabia que era para aprender.
     Por fim iniciou-se o meu percurso no secundário, com 15 anos e tive que mudar de escola.



Segundo me dizem os meus pais, no dia 11 de Julho de 1999, estava calor e nasci eu de parto normal às 13:15, na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa.

“Memórias” Contadas
Contam-me os meus pais e o meu irmão que eu era uma bebé muito reguila, irrequieta, pouco dorminhoca. Segundo o que a minha mãe me diz bastava que me fizessem as vontades todas que eu não chateava ninguém. Resumindo, era uma bebé bem-disposta e que não se podia levar para todo o lado com qualquer pessoa pois fazia “birras”.

 Primeiras  Memórias
Lembro-me que quando tinha 6/7 anos fui pela primeira vez para uma colónia de férias onde o meu pai trabalhava, não ficava lá mais de 5 dias, pois era uma menina que não conseguia estar longe dos pais.
Desta minha fase de infância guardo memórias de tempos muito felizes, os serões em casa dos meus avós, que ainda hoje se concretizam, muitas brincadeiras nos baloiços com os amigos, enfim anos em que vivi sempre num mundo despreocupada e alegre, na ingenuidade da infância.

 Início da vida escolar
 Aos seis anos entrei para o primeiro ano. Lembro-me do dia em que a minha mãe levou-me à escola pela primeira vez e fiquei a chorar quando ela se foi embora,  talvez por insegurança. Foi o início de um ciclo que só acaba daqui a dois anos (espero eu), mas que do qual, penso, terei muitas saudades. 

 Adolescência  
Penso que passei por algumas fases um bocado complicadas a nível escolar mas tenho vindo sempre a tentar melhorar. Não faz sentido nenhum termos problemas por nos recusarmos a mudar, devemos sempre tentar mudar o que está mal.

Tenho uns pais que me adoram, e me proporcionam tudo o que há-de bom, como por exemplo ter uma casa e uma vida estável, apesar de termos  problemas de vez em quando, como toda a gente. Acima de tudo, sou feliz com a vida que tenho.



                                                                                                    Luar

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O meu nome é Neith, nasci em Lisboa no dia 4 de Março de 1998.
 Os primeiros tempos da minha infância foram felizes. Na segunda semana do primeiro ano em que andei na escola comecei logo a chorar pois não queria ir para lá, para mim aquilo não servia para brincar mas sim para aprender, para ficar a ver filmes e a brincar às casinhas eu ficava em casa. Graças a essas birras conheci a minha melhor amiga (que se mantém até hoje), ambas chorávamos na porta da sala, por motivos diferentes, mas foi isso que deu origem a uma grande amizade.
Quando tinha 8 anos recebi a pior noticia da minha infância, a morte do meu avô. Chorei por horas a fio e foi a primeira vez que vi o meu pai fazê-lo. As coisas nunca iriam ser as mesmas depois disto.
Quando fiz os meus 12 anos soube que ia mudar de escola, fiquei radiante. A minha liberdade ia começar e com ela uma nova etapa sabia que ia perder muitas coisas mas tudo o que ia ganhar acabava por compensar.


E no fim tudo o que aconteceu, e que me acabou por levar aos dias de hoje , compensou .


Espelho 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Nasci de uma terra que fica em caminho para o inferno, cujo o nome é Cacém. O meu nome é Dala, tenho quinze anos, desde que me lembro. O meu pai chama-se Dálio e a minha mãe Délia. Sempre vivi onde me encontro, tenho uma segunda casa na Lousã e um lar na praia. Tenho uma veia irónica e outra melodramática. Em quinze anos de vida, vivi com bastante intensidade cada momento, desde o quinto ano, que foi quando comecei a dar valor e perceber o sentido das minhas ações, e as ações dos que me rodeiam. Posso dizer, que apesar de tudo o que aconteceu no decorrer deste tempo fui bastante feliz, nunca me faltou nada. Por vezes tenho os meus dramas insuportáveis, tal como todos os outros que respiram e vivem neste mundo. Neste curto espaço do tempo, vivi algumas aventuras que um dia espero contar aos meus filhos e netos. Tenho sonhos por concretizar, que é a única motivação que me faz levantar todos os dias da cama com este frio que ninguém aguenta. Em tempos tive mais a dizer a cerca de mim, mas por hoje ficamos por aqui.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015



                                                                                                                   Avis, 15 de fevereiro de 2015

Queridos Primos,                                                          
                                                                                                                            
Olá Primos! Como estão? E os vossos pais, estão bons?
Tenho uma novidade para vos dar! Nas férias da Páscoa vou à França, ter com vocês. Já falta pouco, menos de um mês. Vou no dia 23  e espero que não se esqueçam de me ir buscar!!
Eu estou muito ansiosa, já ando a planear os sítios que quero conhecer, que não posso perder, como a Torre Eiffel, o Arco do Triunfo, a Avenida dos  Champs Elysées e o Rio Sena.
Quero que me levem a conhecer a noite de Paris, podem começar a pensar nisso e às melhores lojas para comprar “souvenirs” (lembranças).
Então e os vossos estudos?
As minhas notas este período vão ser boas, e as vossas?
Beijinhos para todos.


Filipa Costa